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Precisamos rechaçar Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho, o vigarista da Virgínia, está subindo sua aposta para a radicalização total do ambiente político brasileiro. Após sucessivos ataques contra membros do governo, em especial a Paulo Guedes e os militares, o charlatão resolveu lançar mão de acusações gravíssimas contra o General Mourão, vice-presidente da República.


Primeiro é preciso esclarecer que Olavo, tendo ele próprio indicado dois ministros, possui efetiva influência no governo. Ele é também ligado a pelo menos dois dos filhos do presidente, Carlos e Eduardo, que também parem estar atuando em prol de uma agenda obscura.

Recentemente o chanceler Ernest Araújo, amigo de Olavo que foi indicado para o governo sem possuir nenhuma experiência no ramo, agiu de forma unilateral e rompeu a comunicação dos militares brasileiros com os venezuelanos, o que resultou em uma clara quebra da hierarquia institucional, uma vez que as forças armadas sequer foram consultadas. Ao romper essa comunicação o chanceler não apenas causou um conflito interno como também prejudicou diretamente uma operação internacional. Por que ele fez isso? Certamente para acirrar os ânimos. Eles querem uma queda de braço para mostrar quem manda.

A questão é que o setor militar do governo é muito mais altamente capacitado do que os olavettes. Augusto Heleno, Mourão, Santos Cruz, Floriano Peixoto e outros possuem vasta experiência internacional e entendem muito melhor do que os olavettes a situação da nossa política externa. Além disso, todos eles possuem histórico limpo, imaculado até. Não é tão fácil assim atingi-los. Por isso Olavo optou pela disrupção. Para que ele possa ter alguma chance de aplicar seu golpe não se pode jogar limpo. Se ele jogar limpo contra os militares sabe que vai perder. Jogar sujo, por outro lado, traz uma vantagem óbvia: ele quer obrigar os militares a se rebaixarem para o seu nível.

Por enquanto o setor militar tem mantido a paciência, mas não se sabe quanto tempo isso pode durar. Especialmente agora, aliás, que Olavo começou a acusar diretamente o general Mourão dos crimes mais diversos, é correto presumir que em algum momento a corda acabará arrebentando para algum lado. Resta saber qual lado vai sucumbir.

Abaixo vou colocar as acusações gravíssimas feitas por Olavo, volto em seguida:



Mourão estaria combatendo Jair Bolsonaro? Onde estão as evidências?




Aqui a sugestão é clara. Olavo quer que Mourão seja preso.




Outra acusação clara. Mais uma vez, sem qualquer evidência. 


Mais uma insinuação, neste caso ele quer dizer ao leitor que Mourão estaria trabalhando para fins escusos, em prol de algum grupo. Novamente, sem evidências.


Agora vamos aos fatos.

O primeiro fato é não haver, até o momento, qualquer evidência para as acusações feitas por Olavo. Não há indícios de que Mourão esteja agindo pelas costas do presidente. O fato de Mourão ser maçom também não é prova de que ele esteja trabalhando em prol de qualquer interesse escuso. Muitos políticos são maçons, aqui e no exterior. Somente teóricos da conspiração é que tendem a fazer esse tipo de ligação, e raras vezes na história elas chegaram a fazer algum sentido.

O que Olavo tem feito é um acirramento claro, e tudo se intensificou ainda mais quando Mourão não lhe deu atenção como ele acredita merecer. Após os seus primeiros chiliques, o general se limitou a debochar e seguiu em frente, e para não demonstrar fraqueza Olavo jamais poderia recuar. Ao contrário, ele precisou avançar nessa agenda para intensificar ainda mais os ataques.

Agora olavettes estão espalhando essa narrativa anti-Mourão por aí. Mesmo cientes de que é mentira. E não se engane, eles sabem que é mentira. Sabem porque não são tão idiotas quanto fingem ser. O que há em jogo é uma disputa de espaços, uma briga territorial. Olavo está urinando em todos os cantos para demarcar suas terras, os militares por enquanto estão só limpando. O problema todo é que se as coisas continuarem neste rumo, cedo ou tarde uma ruptura será inevitável. 

Olavo precisa ser combatido com todas as energias. Ele é o verdadeiro golpista. Se não for capaz de provar suas acusações graves contra o vice-presidente, quem deve ser preso é ele e qualquer um que o esteja ajudando nesse ato de covardia. As ações do vigarista da Virgínia estão custando caro ao governo. A imagem é a de que há um conflito entre o presidente e o seu vice, quando na realidade o conflito é entre olavettes e militares, sendo que os primeiros querem desacreditar os segundos.
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