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Revelação da Isto É sobre Mais Médicos desmonta narrativas e comprova suspeitas

Talvez você lembre, talvez não, mas não faz muito tempo que diversos blogs, inclusive este, apontavam suspeitas graves sobre o programa Mais Médicos. Havia questionamentos bem razoáveis, e um deles era sobre a qualidade da formação destes médicos, uma vez que quem atesta sua formação é apenas a própria ditadura cubana e mais ninguém. Mas este nem era o principal problema.


Uma das questões mais graves envolvendo o programa do PT era o fato de que os médicos, que supostamente deveriam receber salário pago pelo governo brasileiro, na realidade viviam em situação de escravidão. O dinheiro não ia para eles, mas para Cuba, e aqui eles ficavam apenas com o mínimo necessário tendo o programa como condição inquestionável para lhes garantir a permanência no país. Quem não aceitasse esta condição voltaria para Cuba, pura e simplesmente. 

Isso por si só já é algo gravíssimo. Nosso governo, na época com o PT no poder, trouxe médicos com formação acadêmica contestável para atender pacientes e, pior de tudo, usava isso como um claro pretexto para mandar dinheiro brasileiro para as mãos dos irmãos Castro. Um esquema desses em qualquer país sério teria sido razão de escândalo. Mas não para por aí.

Na semana passada a Isto É revelou informações ainda mais assustadoras. Não bastasse os médicos viverem em condições de escravidão, eles também eram supervisionados por agentes da polícia secreta cubana que vieram para cá e atuaram livremente. Na reportagem, que teve acesso a relatos, gravações e mensagens de texto, fica evidente que todas as suspeitas sobre o programa eram mais do que justas. De fato o PT colocou agentes cubanos para dentro do país e lhes deu autonomia para que vigiassem os escravos, que no caso eram os médicos. (Leia a matéria completa aqui)

Abaixo vou colocar alguns trechos da matéria. É algo chocante.

Em 29 de novembro, a doutora Dayaimy González Valon, 38 anos, integrante do programa “Mais Médicos”, anunciou em transmissão ao vivo pelo youtube uma decisão, segundo ela, de caráter irrevogável: preferia permanecer no Brasil a regressar ao flagelo da ditadura cubana. “É uma decisão da qual não me arrependo”, desabafou ela, que havia desembarcado no Brasil no dia 12 de outubro de 2016, com destino ao município de Paranatinga, interior de Mato Grosso, em substituição a um colega. Nesses dois anos, além de atender aos moradores da cabeceira municipal, a médica viajou exaustivamente pela região para atender à população de cinco assentamentos rurais e duas comunidades indígenas.

Esta médica foi ameaçada por um dos agentes minutos após publicar  sua decisão. Ouça a gravação:


Este não foi um caso isolado, é importante frisar. Era algo comum. Muitos médicos cubanos foram ameaçados quando decidiram contrariar a vontade dos ditadores, e tudo isso com o pleno aval do governo Dilma. 

Peço a você, meu leitor, que leia a matéria completa da Isto É e se inteire do assunto. O caso é grave e corrobora inúmeras suspeitas que sempre tivemos sobre o programa. Agora está provado que era uma tramoia política amplamente arquitetada, coisa de máfia.

Para finalizar, agora, o que me ocorre é a seguinte pergunta: Onde esteve a imprensa mainstream durante todo esse tempo? Sim, é necessário perguntar. Quando nós acusávamos o PT de usar o programa para enviar dinheiro a Cuba, éramos tratados como lunáticos. Quando apontamos que os médicos eram escravos, fomos chamados de exagerados. Sempre que expusemos nossa visão e nossas suspeitas sobre isso a resposta foi silêncio ou deboche. 

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