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Acusações sobre suposta "rede de fake news" são fajutas. O caso é de evidente censura!

Como muitos já sabem, há duas semanas tive minhas páginas no Facebook deletadas sem nenhum prévio aviso, sem qualquer tipo de justificativa ou mesmo a chance de apresentar qualquer explicação sobre eventuais violações. A página deste site, Modo Espartano, que tinha pouco mais de 7 mil seguidores, foi deletada, assim como a página do Jornalivre, que tinha quase 130 mil curtidas.

Da mesma forma como já havia acontecido com meu perfil pessoal em março deste ano, quando fui removido do Facebook mesmo tendo uma conta real, com dados reais e amigos reais (além de seguidores que acompanhavam meu trabalho), desta vez a empresa deletou toda e qualquer forma de acesso que eu tinha. Mas não foi só isso. Além de perder minhas páginas, o que sinceramente já imaginava que iria acontecer, dados os claros sinais da escalada da censura, fui surpreendido quando soube que parentes e amigos meus também tiveram suas contas removidas, muito embora nenhum deles tivesse qualquer relação com meu trabalho.

Primeiramente, quero explicar em detalhes o que ocorreu. Vamos por partes.


O Início

Em março tive minha conta pessoal deletada. Eu publicava conteúdo regularmente, em sua maioria conteúdo de opinião política, raramente notícias. De uma forma suspeita, minha conta foi removida sem que eu tivesse sequer a chance de discutir o assunto. O Facebook não me permitiu enviar documentos ou os meus dados, o que iria comprovar que a conta era verdadeira e não falsa. 

No mesmo dia em que tive o perfil removido, optei por criar outro. Adivinhem só! Mesmo eu usando novamente minha própria foto, meu próprio nome e adicionando meus próprios amigos, a conta foi novamente removida em questão de minutos. Houve, então, uma nova tentativa. O resultado foi o mesmo.

Desde então eu soube que, cedo ou tarde, dariam um jeito de deletar páginas minhas, especialmente o Jornalivre que tinha uma enorme repercussão na rede. Assim não chegou a ser uma surpresa quando, no fim do mês passado, acordei pela manhã e soube que de fato haviam deletado. O que acabei descobrindo algumas horas depois é que não foi só isso.

Além do Jornalivre, que alegam ser "parte de uma rede de fake news do MBL", excluíram também o Modo Espartano, cujo único autor sou eu desde o princípio. O site, aliás, já existia antes mesmo de haver MBL, quando ainda usava o domínio www.modoespartano.blogspot.com, em meados de 2014.

Também descobri neste mesmo dia que o Facebook removeu os perfis de meu pai e minha mãe, apesar de ambos não possuírem a mais remota relação com política e tampouco com meu trabalho. Além deles, dois amigos meus e minha ex-esposa também tiveram os perfis deletados, fora alguns conhecidos. Nenhum deles tinha relação com meu trabalho e nem com política. Um de meus amigos trabalha na área de TI em uma grande empresa, o outro é um tatuador conhecido na cidade que perdeu uma página com quase 20 mil seguidores, para a qual ele investiu dinheiro de impulsionando no decorrer de anos.

Nesta semana, porém, tive mais uma surpresa. O Ministério Público de Goiás divulgou uma lista com diversas páginas que foram excluídas, e então descobri que a perseguição por parte do Facebook e das agências de censura foi ainda maior. Eles deletaram páginas das quais já fui editor há anos, mas com as quais não possuía mais nenhuma relação. Como exemplo disso posso citar as páginas do DEM Joinville e até mesmo do Livres. 

Muitos de meus seguidores sabem que já fui coordenador de formação da Juventude Democrata, mas me desliguei completamente do grupo ainda em 2015. Também fui coordenador local do Livres, mas abandonei minhas funções no grupo e retirei meu acesso às páginas ainda no começo do ano passado. Desde então não possuo sequer contato com pessoas diretamente ligadas a ambos os partidos, nem mesmo via Whatsapp. Inclusive há aqui neste blog textos meus do ano passado e deste ano criticando duramente o Livres-PSL e expondo minhas razões para ter largado o grupo.

Na lista também havia outras páginas absolutamente insignificantes que de fato foram minhas, mas que não eram atualizadas há mais de ano, como foi o caso do Instituto Liberal de Joinville e da AJOP. Para que se tenha uma ideia, a AJOP foi um projeto que mal saiu do papel, e eu não administrava mais a página desde 2016. A página do ILIJ tinha insignificantes 25 seguidores e o site já nem funcionava mais desde o começo do ano passado.

Cabe ressaltar que nesta mesma lista também existem inúmeras páginas e perfis de Joinville com os quais não possuo a menor relação. Alguns deles eu sequer conhecia. É como se o Facebook tivesse aproveitado a deixa para deletar qualquer um de Joinville que tivesse acesso a rede.

Pablo Ortellado e a sua rede nacional de difamação em larga escala

Após a divulgação da tal lista, o comunista Pablo Ortellado mais uma vez entrou em campo e pôs em prática a sua rede de difamação. 


Sobre as acusações é preciso perceber que elas são sempre igualmente fajutas. Dizem que publico fake news, mas em nenhum caso é mencionado especificamente qual notícia falsa publiquei, nem mesmo um exemplo foi dado até hoje. Qualquer um que leia a nota lançada pelo Facebook, os textos patéticos de Ortellado ou mesmo as diversas matérias feitas nos mais diversos jornais poderá notar que a acusação é de uma vagueza impressionante.

Também me acusam de fazer "parte de uma rede do MBL". O que não fazem é provar que essa rede existe. O Modo Espartano, por exemplo, sempre foi administrado apenas por mim, sempre fui o único autor. Além disso há pouquíssimas postagens deste site que chegaram a ser compartilhadas pelo MBL, é algo que se pode contar nos dedos. No caso do Jornalivre, desde seu surgimento eu fui autor de cerca de 85% das publicações, e o restante delas é de autoria de algumas pessoas que já atuaram no site e que nem atuavam mais nos últimos meses. 

Nunca houve relação entre as páginas do Livres ou do DEM de Joinville com o MBL, absolutamente nenhum conteúdo compartilhado. Aliás, havia até mesmo conflitos entre os grupos. Da mesma forma posso afirmar seguramente que nunca recebi qualquer dinheiro do MBL, e muito menos o contrário. Também nunca dei dinheiro para ninguém, até porque o dinheiro não é algo que me sobre. Meus lucros com estas páginas sempre foram derivados de anúncios do Google AdSense ou do Instant Articles, fora isso só recebi umas poucas doações de meus próprios seguidores.

A suposta "rede de fake news do MBL" sequer existe. Especialmente neste site, cujo único autor sempre fui eu, escrevi apenas sobre aquilo que é de meu interesse e da forma como quis, agradando ou não. Meus lucros com o Modo Espartano, a propósito, se resumem a três saques do Google AdSense feitos em um intervalo de dois anos e meio. 

A verdade

O Jornalivre, o Modo Espartano e eu somos parte de algo bem diferente. Não de uma "rede de fake news", mas de um movimento popular a nível nacional que levou milhões de pessoas para as ruas e ajudou a derrubar Dilma Rousseff. Faço parte, sim, de um momento histórico do qual me orgulho. 

Orgulho-me de ter sido responsável por ajudar Joinville a não eleger sequer um esquerdista nas eleições de 2016. Nem mesmo um. Também tenho orgulho de ter exposto a vigarice institucional do PT, do PSOL e de outros partidos cuja única finalidade é enganar a população para adquirir poder e controle social. 

Outra coisa da qual me orgulho é de ter ajudado, ainda em 2015, uma professora de escola primária que foi vítima da perseguição do Movimento Negro Maria Laura. Tenho orgulho de ter exposto aqueles canalhas até eles voltarem para o buraco de onde saíram. Também me orgulho de ter erradicado esquerdistas de todos os grupos de política de minha cidade, algo que comecei a fazer já em 2014. 

Tenho ainda mais orgulho de ter sido alvo do lunático Dimenstein, no ano passado, e de ter resistido a todas as suas mentiras e acusações. Me orgulho até mesmo de tê-lo feito recuar como um covarde que pede arrego após começar uma briga.

Se eles sentem todo esse rancor a ponto de me caluniarem dia e noite, há ainda mais razões para me orgulhar. Isso significa que fiz um bom trabalho.


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