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Ciro diz que é preciso "debate sem ódio" e isso soa como desistência de sua própria candidatura

Na convenção do PDT, realizada nesta sexta-feira, o candidato Ciro Gomes disse que o Brasil precisa mudar. Ele falou também em um "grande acordo", o que na prática deve significar algo como um grande acordo entre as esquerdas para retomar o poder e continuar dilacerando a população. Mas o que chamou mesmo atenção foi o comentário posterior, no qual ele disse: “Está faltando um debate franco, sem ódio.”


Nunca antes na história deste país um comentário soou tão hipócrita. Se Ciro Gomes quisesse mesmo um "debate sem ódio", ele seria outra pessoa ou já teria desistido de sua candidatura há tempos. Se tem alguém promovendo ódio neste país certamente é ele próprio.

Ciro é o sujeito de temperamento louco que, dias atrás, atacou um opositor, um rapaz 21 anos, apenas por ele ser de oposição. Ele fez isso não na presença de seu opositor, foi em uma entrevista na qual o ataque surgiu do nada, de forma gratuita e em tom racista. Ao chamar Fernando Holiday de "capitãozinho do mato", o coronel deixou claro seu ódio pelo vereador paulistano cujo único crime é pensar de forma diferente e lutar por coisas diferentes.

Coronel Ciro também é o sujeito que falou, em vídeo, que pretendia "receber a turma do Moro (o juiz) na bala". Depois, quando questionado por outro opositor seu, o Arthur do Val, aplicou um tapa na nuca e lhe ofereceu xingamentos como resposta a perguntas que foram feitas de forma educada. 

O histórico de Ciro Gomes é esse. Desequilíbrio emocional, ofensas e acusações gravíssimas contra adversários, ameaças contra pessoas, tratamento agressivo até mesmo com o povo, como nos vídeos abaixo, além de um discurso arrogante e cheio de mentiras. É a verdadeira encarnação do ódio em palavras. Mas os esquerdistas já sabem disso, não é?



Sim, os esquerdistas já sabem. Todo esse papo de "discurso de ódio" é um embuste criado por eles próprios. Com uma vagueza escancarada, denominam discurso de ódio apenas aquilo que é oposto ao que fazem, mas o que eles fazem, que é o verdadeiro ódio, é tratado como "justiça social" ou qualquer outra baboseira do gênero. 

Se Ciro Gomes tem alguma especialidade, certamente é a de propagar o ódio contra quem pensa diferente.
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